'SEMANÁRIO ECONÓMICO'
O novo 'Semanário Económico', a partir de 29 de Novembro, ao sábado.
(Económica)
A Ongoing/Económica decidiu alterar a saída para as bancas do ‘Semanário Económico’ de sexta-feira para sábado, já a partir do dia 29 de Novembro, data em que o jornal apresentará um grafismo reformulado e novos conteúdos. António Costa, director do ‘Diário Económico’, assumirá a direcção de ambos os títulos. O novo ‘Semanário Económico’ será um produto virado para a economia, mas também para o mundo, para a sociedade e política.O primeiro caderno será muito focado no core do jornal, temas de economia e política. O jornal será ainda composto pelo ‘Outlook’, um segundo caderno híbrido de revista e suplemento, cuja responsável será Isabel Lucas. Os dois cadernos terão entre 40 a 48 páginas cada, num projecto gráfico da +2designers. Marcar a agenda e ser útil aos leitores são os valores que irão nortear a nova fase do ‘Semanário Económico’ que passará a oferecer mais análise e reflexão. O jornal terá uma tiragem de 20 mil exemplares, papel salmão e full color.
4 comentários:
LCD SOUNDSYSTEM REACH END OF ROAD
Os LCD Soundsystem podem ter acabado. Quem o diz é o guitarrista Al Doyle (que também é membro dos Hot Chip). "Penso que o James Murphy não vai voltar a fazer nada sob esse nome. Mas acho que ele gostaria de trabalhar com as mesmas pessoas, possivelmente no próximo ano".
Surgiram rumores recentemente que davam conta de um "intervalo" nos trabalhos dos LCD Soundsystem, mas Al Doyle garante que o projecto está "suspenso permanentemente". O músico avança que James Murphy gostaria de colaborar com cantores disco nova-iorquinos, dos anos 1970, "mantendo os membros dos LCD como banda de apoio".
Al Doyle garante também que James Murphy está um pouco cansado de ser o líder da banda, apesar de ser um "obsessivo-compulsivo no que diz respeito a trabalho", e prefere um projecto mais baseado em colaboração.
Ver http://news.bbc.co.uk/2/hi/entertainment/7733760.stm
CR
Livro – Romance
‘ALABAMA SONG’
Gilles Leroy
(2008 A Esfera dos Livros)
Alabama, 1918. Quando Zelda, uma ‘Bela do Sul’, encontra o tenente Scott Fitzgerald, a sua vida dá uma volta decisiva. Ele jurou a si mesmo tornar-se escritor: o sucesso retumbante do seu primeiro romance dá-lhe razão. O casal torna-se a coqueluche da sociedade nova-iorquina. Mas Scott e Zelda não passam ainda de crianças: atirados para o fogo da vida mundana, não tardará que queimem as asas.
Uma autobiografia ficcional de Zelda Fitzgerald, mulher do escritor norte-americano Scott Fitzgerald, do escritor francês Gilles Leroy, de 49 anos, com 12 romances já editados pelos quais foi condecorado, em 2005, com a ordem honorífica 'Chevalier des Arts et des Lettres'.
Prix Goncourt – Romans 2007
CR
NEW LCD SOUNDSYSTEM ALBUM ON THE WAY
Os LCD Soundsystem não só não acabam como já pensam em novo álbum.
James Murphy já tem oito canções para o sucessor de 'Sound of Silver' e acaba com os rumores alimentados pelo guitarrista Al Doyle.
James Murphy, o líder dos norte-americanos LCD Soundsystem, garante que já tem oito canções escritas para o próximo álbum da banda, desmentindo assim as suspeitas de suspensão permanente deixadas pelo guitarrista Al Doyle.
Os temas escritos para o terceiro álbum, que sucederá a Sound of Silver (2007), estão no segredo dos deuses e apenas na cabeça de Murphy. "Escrevo toda a minha música na minha cabeça, nunca faço demos. Depois chego ao ponto em que tenho demasiado canções e tenho de as gravar. Senti isso recentemente. Tenho oito na minha cabeça e isso é demasiado".
O músico não anunciou, no entanto, quando começará a gravar o álbum: "Quando inicio as gravações não digo a ninguém, nem mesmo ao meu agente. Desapareço durante um mês para um estúdio fora de Nova Iorque e faço-o".
Ver http://www.nme.com/news/lcd-soundsystem/41132
CR
ARTE LISBOA 08
Nada de novo na ArteLisboa (e isso, desta vez, é uma boa notícia). Setenta galerias e centenas de obras. A experiência para os visitantes é lúdica. "A ArteLisboa não sentirá o impacto da crise", diz Ivânia Gallo, a directora da única grande feira internacional de arte contemporânea em Portugal, a sua 9.ª edição na FIL, no Parque das Nações, esperando à volta de 20 mil visitantes (compradores de arte, sim, mas também uma vasta maioria curiosa mas que visita pouco museus ou galerias).
A um ano do 10.º aniversário, o programa geral da feira junta 70 galerias, 45 portuguesas e 25 estrangeiras, sendo a maior presença internacional, como sempre, espanhola - 21 galerias. Apenas quatro participantes não-ibéricas: uma galeria brasileira, uma alemã, uma moçambicana e uma coreana. Há mais participantes do que em 2007 - mais dez, metade dos quais de Espanha - mas ainda nenhum dos grandes jogadores. E há também perdas, tendo em conta que, das galerias não-ibéricas de 2007 - duas brasileiras e uma húngara -, nenhuma está de volta. O costume, mantendo-se o perfil geral de um evento com problemas de falta de identidade e dificuldade de captação e fidelização de expositores internacionais de primeira linha.
A ausência agora repetida de agentes portugueses importantes como as galerias Cristina Guerra e Luís Serpa deixou de surpreender, juntando-se-lhes mais uma desistência, a de Vera Cortês. Por outro lado, mantêm-se estratégias que, apesar de tudo, têm criado dinamismo: visitas organizadas de coleccionadores à feira, exposições paralelas e ateliers de artistas; a secção de project rooms, conferências e debates... Há até marcas que começam a criar sinergias com a feira, como a Mercedes, que convidou 12 artistas portugueses a intervir sobre a sua linha de carros urbanos, os Smart, e que lança na feira o primeiro, de Rodrigo Oliveira. Podia ser pior, num ano de fantasmas à solta à escala global.
"A ArteLisboa tem que melhorar e não admitir isso seria um erro, mas é uma feira jovem. Bem trabalhada, pode ser uma boa plataforma para a arte portuguesa", diz Paco Barragán, director artístico da CIRCA, a feira de Porto Rico. Barragán está em Lisboa na dupla qualidade de comissário dos project rooms (ver caixa) e de conferencista. Do que a ArteLisboa precisa, diz ele, é de encontrar o seu lugar ao sol na "economia da experiência": "Os anos 90 foram a era das bienais, agora entrámos na era das feiras. As feiras, hoje, são, e têm que ser, não só plataformas mercantilistas, mas híbridos, mais interessantes do ponto de vista estético, lúdico e pedagógico". Isto, diz ele, é entrar na "economia da experiência" - a que mais vende.
in ‘Público’ de 19 de Novembro
CR
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