O filme '4 Luni, 3 Saptamini Si 2 Zile', que venceu este ano a Palma d´Ouro do Festival de Cannes, estreará em Portugal através da Lusomundo Audiovisuais, que garante a sua distibuição nas salas portuguesas.
No entanto o filme realizado pelo romeno Cristian Mungiu ainda não tem data de estreia prevista em Portugal.
'4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias', que mereceu o prémio máximo do júri, é um retrato da Roménia durante o regime de Ceaucescu, à luz da história de uma rapariga que tenta fazer um aborto clandestino.
Esta é apenas a segunda longa-metragem de Cristian Mungiu, realizador, produtor e argumentista de 39 anos que já tinha sido premiado em Cannes, em 2002, na Quinzena dos Realizadores, com o filme 'Ocidente'.
Na cerimónia de anúncio dos vencedores, Cristian Mungiu afirmou que este prémio é "uma boa notícia para os realizadores dos países mais pequenos".
"Não é preciso um grande orçamento e grandes vedetas para contar uma história que toda a gente vai querer ouvir", afirmou o realizador, o primeiro da Roménia a vencer o prémio maximo nos 60 anos de Cannes.
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'4 MESES, 3 SEMANAS E 2 DIAS'
O filme '4 Luni, 3 Saptamini Si 2 Zile', que venceu este ano a Palma d´Ouro do Festival de Cannes, estreará em Portugal através da Lusomundo Audiovisuais, que garante a sua distibuição nas salas portuguesas.
No entanto o filme realizado pelo romeno Cristian Mungiu ainda não tem data de estreia prevista em Portugal.
'4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias', que mereceu o prémio máximo do júri, é um retrato da Roménia durante o regime de Ceaucescu, à luz da história de uma rapariga que tenta fazer um aborto clandestino.
Esta é apenas a segunda longa-metragem de Cristian Mungiu, realizador, produtor e argumentista de 39 anos que já tinha sido premiado em Cannes, em 2002, na Quinzena dos Realizadores, com o filme 'Ocidente'.
Na cerimónia de anúncio dos vencedores, Cristian Mungiu afirmou que este prémio é "uma boa notícia para os realizadores dos países mais pequenos".
"Não é preciso um grande orçamento e grandes vedetas para contar uma história que toda a gente vai querer ouvir", afirmou o realizador, o primeiro da Roménia a vencer o prémio maximo nos 60 anos de Cannes.
CR
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