8.3.26

Cinema - Prémios    
FANTASPORTO 2026   
46.º Festival Internacional de Cinema do Porto 
‘Encantador’, de José María Cicala, vence Grande Prémio Melhor Filme       


O filme ‘Encantador’, do realizador argentino José María Cicala, acaba de conquistar o Grande Prémio Melhor Filme no Fantasporto 2026, atribuído por um júri internacional. A longa-metragem de terror e acção conta a história de Tomàs, um jovem charmoso de uma vila tranquila que cuida da sua mãe, trabalha no clube de vídeo e na clínica local e colecciona bonecas. À medida que mulheres começam a desaparecer, o recém-chegado inspector Porter investiga. 
Promovida pela Cinema Novo, a 46.ª edição do Fantasporto - Festival Internacional de Cinema do Porto, sob direcção de Beatriz Pacheco Pereira, decorreu de 27 de Fevereiro a 08 Março, no Batalha Centro de Cinema. O festival programou a secção oficial competitiva Cinema Fantástico com 16 longas-metragens de 11 países a concurso, sob a temática do imaginário, fantástico e ficção científica.          
Livro ‘Fantasporto 40 Anos - Uma História de Cinema’ Beatriz Pacheco Pereira (2021 Cinema Novo) por 50 euros.      

PALMARÉS 
Fantasporto - Grande Prémio Melhor Filme 2026 
‘Encantador’ (2025 Argentina 99’), de José María Cicala, com Mario Alarcón e Alejandra Baldoni.  
Fantasporto - Prémio Especial do Júri 2026   
'Skeleton Girls' (2025 Austrália 107'), de Richard Eames, com Alla Malakhitova e Alex Arco.
‘ENCANTADOR’ 
José María Cicala 
Fantasporto - Prémio Melhor Filme 2026

6.3.26

Filme - Estreia a 19 de Março no Medeia Cinema Nimas 
‘HISTORIAS DEL BUEN VALLE - HISTÓRIAS DO VALE BOM’ 
de José Luis Guerin 
(2025 3Cat) 


Nos arredores de Barcelona, ​​​​Vallbona é um bairro periférico rodeado por um rio, linhas férreas e uma autoestrada. Antonio, filho de operários catalães, cultiva ali flores há quase 90 anos. Juntam-se a ele Makome, Norma e Tatiana, que vêm de diferentes origens sociais. 
‘Historias del Buen Valle - Histórias do Vale Bom’ é um documentário do realizador espanhol José Luis Guerin, de 66 anos, autor de ‘Tren de Sombras - Comboio de Sombras’ (1997) e ‘La Academia de las Musas - A Academia das Musas’ (2015). 
“José Luis Guerin fait émerger des histoires douces et amères, mettant non pas en scène, mais en ‘situation’.” 
Le Monde 
“Magnifique point d’orgue d’une composition qui confirme l’art avec lequel José Luis Guerín sonde les territoires où se rencontrent les époques et y révèle des communautés de cinéma.” 
Cahiers du Cinéma 
"'Historias del Buen Valle' no es un wéstern, aunque toda exploración de un territorio silvestre y su cruel tránsito a algo nuevo lo sea. Los lazos comunales y el mimo a cada personaje tienen ecos fordianos. José Luis Guerin nunca es ajeno a la memoria del cine aunque la vida, azarosa y extraña, es el verdadero arte.” 
El País
‘HISTORIAS DEL BUEN VALLE’
 José Luis Guerin 

4.3.26

Livro - Romance 
‘A TERRA NO INVERNO’ 
Andrew Miller 
(2026 Relógio d’Água) 


Dezembro de 1962. Numa aldeia no interior de Inglaterra, dois casais vizinhos vivem o dia-a-dia. O médico Eric Parry faz as suas rondas pela aldeia, enquanto a mulher grávida, Irene, vagueia pensa na distância que cresceu entre os dois. Numa quinta próxima vive Rita Simmons, também à espera de um bebé, e mulher do agricultor Bill. Quando o frio de Dezembro dá lugar a violentas nevões, os dois casais vêem as suas vidas começar a desmoronar-se. 
‘The Land in Winter - A Terra no Inverno’ é um romance, de 384 páginas, do escritor inglês Andrew Miller, de 66 anos, autor de ‘Oxigénio’ (2006 Teorema) e ‘A Cidade Impura’ (2012 Presença). 
Booker Prize - Shortlisted 2025 
“Andrew Miller’s great strength is his ability to inhabit the inner lives of his characters, no matter how historically distant from our own. Is a miniaturist. His characters deal with tiny things but Miller builds from them a world that is as materially precise as it is psychologically stifling.” 
The New York Times 
“´The Land in Winter´  is a brilliant novel, but wrap your emotions up tight because Andrew Miller steers it expertly towards a desolate, distressing ending.“
The Guardian 
“In beautifully atmospheric prose, Andrew Miller brings suspense and mystery to this seemingly inconsequential chapter in British history.” 
Booker Prize Jury 
À venda nas livrarias e em relogiodagua.pt, a partir de 18 de Março, por 20 euros.
‘THE LAND IN WINTER’ 
Andrew Miller 
The Booker Prizes 

2.3.26

Filme - Sessão no sábado, 14 de Março, às 14h00, na Cinemateca Portuguesa 
‘SÁTÁNTANGÓ - O TANGO DE SATANÁS’ (1994) 
de Béla Tarr 
com Mihály Vig e Putyi Horváth 
(1994 Mozgókép Innovációs Társulás és Alapítvány) 


Hungria rural dos anos 1990. Numa comunidade em decadência, os aldeães vivem os últimos dias do regime comunista e discutem o que fazer com o dinheiro da venda da quinta colectiva. Enquanto alguns pensam fugir com o dinheiro do grupo, chega o temido Irimiás que convence todos a darem-lhe o dinheiro para que inicie um empreendimento. Uma burla combinada com as autoridades. 
‘Sátántangó - O Tango de Satanás’ é um drama, a preto e branco, do realizador húngaro Béla Tarr (1955-2026). O cineasta é autor de 'Kárhozat - Danação'* (1988), ‘Werckmeister Harmóniák - As Harmonias de Werckmeister’* (2001), 'A Londoni Férfi - O Homem de Londres' (2007) e ‘A Torinói Ló - O Cavalo de Turim’ (2011).  
“Um mundo travado, a ilusão da acção, a ilusão da utopia. Uma parábola totalmente evidente sobre um longo período da história de uma parte da Europa, e um filme totalmente obscuro sobre a imagem e o (seu) movimento. Um dos insubstituíveis ‘trabalhos sobre o tempo’ por parte do cinema moderno. Sete horas e dez minutos que podem mudar a nossa visão do cinema. Ou a nossa visão.” 
Cinemateca Portuguesa 
“Are you sitting comfortably? 'Sátántangó' something of a legend among aficionados of painstakingly slow European art cinema. But Tarr’s film has a reputation as something more than a lugubrious oddity of monstrous proportions - it is a powerful, visionary piece of cinema that creates its own stark world and keeps the viewer compellingly locked in for its duration.” 
The Guardian
Filme com a duração de 7h10. A sessão decorre com os dois intervalos expressamente indicados na cópia: sensivelmente aos 136 minutos de filme realiza-se um intervalo de 20 minutos; aos 328 minutos, um intervalo de 30 minutos. Bilhetes à venda na Cinemateca Portuguesa e BOL por 3,20 euros.

‘SÁTÁNTANGÓ’ 
 Béla Tarr  

26.2.26

Festival - Música Electrónica 
PARALLEL SOCIETY 
Counter culture convergence 
Sábado, 07 de Março, das 13h00 às 03h00, em Marvila (Lisboa) 


Depois de Zanzibar (Tanzânia) e Banguecoque (Tailândia), o festival de música e artes Parallel Society realiza-se em Lisboa, no bairro de Marvila, uma antiga área industrial agora com um vibrante ambiente cultural. O evento reúne activistas, tecnólogos e artistas internacionais para explorar e reimaginar a sociedade na era digital. 
Promovido pelo movimento social e tecnológico Logos, o festival Parallel Society conta com uma programação musical que desafia géneros, abrangendo o UK jazz, o bass, o electronic/techno e o fusion/dance. Para celebrar a cultura e a liberdade. 
Bilhetes à venda na 3cket.com por 32 euros. 

SELECÇÃO 
Sábado, 07 de Março 
The Terminal 
Apparat (live) 
DJ e produtor alemão electronic/pop Sascha Rin, fundador da editora Shitkatapult e autor dos álbuns ‘Walls’ (2007 Shitkatapult), ‘Apparat DJ-Kicks’ (2010 !K7) e ‘The Devil's Walk’ (2011 Mute) e parte da dupla Moderat, com Modeselektor. 
Gilles Peterson (with MC Rob Galliano) 
DJ e divulgador suíço jazz/fusion/dance, radialista na BBC Radio 6 Music, fundador da rádio Worldwide FM e da editora Brownswood e organizador do Worldwide Festival Séte/Leysin e We Out Here Festival Dorset. 
Clark (audio/video) 
Músico electronic/techno/abstract inglês Christopher Clark, autor dos álbuns 'Empty the Bones of You' (2003 Warp), Body Riddle (2006 Warp), ‘Clark’ (2014 Warp) e ‘Death Peak’ (2017 Warp). 
Moses Boyd (live) 
Músico, baterista, produtor inglês jazz/electro/fusion, líder da banda Moses Boyd Exodus, parte da dupla Binker and Moses com Binker Golding e autor do álbum ‘Dark Matter’ (2020 Exodus). 
The Lab 
Calibre 
Músico norte-irlandês drum & bass/liquid funk Dominick Martin, fundador da editora Signature Records e autor dos álbuns 'Second Sun' (2005 Signature Records), ‘Even If…’ (2010 Signature Records) e ‘Feeking Normal’ (2021 Signature Records). 
Kode9 
Produtor e DJ escocês dubstep/drum and bass/grime, professor universitário de Sonic Culture, responsável pela editora Hyperdub e autor de 'Memories Of The Future' (2006 Hyperdub), ‘Kode9 DJ-Kicks’ (2010 !K7 Records), ‘Black Sun’ (2011 Hyperdub) e ‘Nothing’ (2015 Hyperdub).
REMIX SOCIETY WITH US 
Parallel Society

24.2.26

Música - DJ Sets  
15.º ANIVERSÁRIO PRÍNCIPE 
Música é vida
Sexta, 06 de Março, das 22h00 às 06h30, no Lux Frágil 


Fundada em Lisboa, em 2011, a Príncipe Discos é uma editora discográfica que se dedica a lançar música de dança contemporânea 100% autêntica, vinda da cidade, dos seus subúrbios, bairros sociais e bairros de lata. Novos sons, formas e estruturas com a sua própria poética e identidade cultural. A editora co-fundada por José Moura produz música electrónica afro-portuguesa (house, techno, kuduro, batida, kizomba, funaná e tarrachinha) com artes de Márcio Matos (cópias individualmente stencilizadas e pintadas à mão). 
Através da Príncipe Discos e do ghetto sound of Lisbon destacam-se nomes como DJ Nigga Fox, DJ Lycox e DJ Marfox, todos com repercussão internacional, actuações em clubes e festivais, críticas na imprensa especializada e presença nas listas de melhores trabalhos do ano. Juntos, regressam ao bar e disco do club Lux Frágil para a celebração do 15º aniversário. Uma festa com uma equipa de artistas e decoração especial. 
“Deixa-me ser louco, como tu; louco contigo, connosco.” 
Príncipe Discos
Bilhetes em pré-venda na RA Tickets por 16 euros.

SELECÇÃO
Disco 
02h00 - DJ Firmeza vs DJ Nigga Fox  
DJ e produtor luso-angolano breakbeat/kuduro Cilio Manuel, autor dos EPs ‘Alma do Meu pai’ (2015 Príncipe) e ‘Ardeu’ (2019 Príncipe) vs DJ e produtor luso-angolano house/ghetto/experimental Rogério Brandão, autor dos álbuns ‘Cartas na Manga’ (2019 Príncipe) e ‘Chá Preto’ (2024 Príncipe). 
03h30 - DJ’s Di Guetto (DJ Marfox vs DJ Nervoso) vs Dariiofox 
DJ e produtor luso-santomense techno/tribal/ghetto Marlon Silva, autor do EP ‘Chapa Quente’ (2016 Príncipe) vs. DJ e produtor santomense techno/batida/tarraxo Edney Magalhães, autor do EP ‘DJ Nervoso’ (2026 Príncipe) vs. DJ techno/batida/tarraxo santomense Dario Magalhães, irmão de DJ Nervoso.
‘STAY TRUE PORTUGAL’ 
Príncipe & The Lisbon Takeover 
Boiler Room 

22.2.26

Festival de Cinema - Prémios    
BERLINALE       
76. Internationale Filmfestspiele Berlin    
‘Gelbe Briefe’, de Ilker Çatak, vence Goldener Bar 2026    


O júri internacional da Berlinale - Internationale Filmfestspiele Berlin 2026, presidido pelo realizador alemão Wim Wenders, acaba de atribuir o Goldener Bar, prémio para melhor filme em competição, à longa-metragem ‘Gelbe Briefe’, do realizador alemão Ilker Çatak, de ascendência turca. O drama conta a história de Derya e Aziz, um casal de artistas de Ancara, com uma filha. Um incidente na estreia da sua nova peça obriga-os a ir viver para para Istambul, com a mãe de Aziz. 
A Berlinale, festival internacional de cinema de Berlim, um dos mais importantes e politizados eventos do cinema a nível mundial e o maior na afluência de público, decorreu na sua 76.ª edição no Berlinale Palast, na Alemanha. Para a competição internacional Goldener Bar foram seleccionadas 22 longas-metragens de 15 países.    
‘Gelbe Briefe’ estreia em Portugal, pela Alambique Filmes, em data a anunciar.

PALMARÉS         
Goldener Bar (Melhor Filme)         
‘Gelbe Briefe’ (2026 Alemanha 128'), de Ilker Batak, com Yusuf Akgün e Emre Bakar. 
Silberner Bar (Grande Prémio do Júri)         
‘Kurtulus’ (2026 Turquia 117’), de Emin Alper, com Erdal Acil e Mehmet Selim Akgul.
‘GELBE BRIEFE’
Ilker Çatak 
Berlinale - Goldener Bar 2026 

20.2.26

Jornal - Edição especial de aniversário 
PÚBLICO 36 ANOS 
‘A minha casa’ 
Quinta, 5 de Março, nas bancas e online 


O arquitecto português Eduardo Souto de Moura, laureado Pritzker Architecture Prize 2011, é o director por um dia da edição do 36.º aniversário do jornal ‘Público’, sob o tema ‘A minha casa’. O mote é abordado em reportagens, entrevistas e ensaios na edição especial impressa e online, não só a casa como espaço físico, mas também lugar emocional, habitação, encargo financeiro e oportunidade de sucesso. 
Fundado pelo jornalista Vicente Jorge Silva, em 1990, o ‘Público’ é um jornal diário de grande informação com redacções em Lisboa e Porto, orientado por critérios de rigor e criatividade editorial, sem qualquer dependência de ordem ideológica, política e económica. Propriedade da Sonaecom, o diário mais lido de Portugal, actualmente dirigido por David Pontes, inscreve-se numa tradição europeia de jornalismo exigente e de qualidade. Abre portas onde se erguem muros.
"Eu sou arquitecto para tentar descobrir o que é a casa adequada. O importante é a procura.” 
Eduardo Souto de Moura
‘A MINHA CASA’ 
Público 36 Anos



18.2.26

Filme - Estreia a 26 de Fevereiro no Medeia Cinema Nimas 
‘DJ AHMET’ 
de Georgi M. Unkovski 
com Arif Jakup e Agush Agushev 
(2025 Cinema Futura) 


Ahmet, de 15 anos, vive numa aldeia remota da Macedónia do Norte, cabendo-lhe guardar o rebanho da família, enquanto o pai procura tratamento para o irmão mais novo, Naim, de cinco anos, que não fala desde a morte da mãe. Ahmet encontra refúgio na música techno/Balkan rhythms e pede ajuda ao irmão para deslumbrar Aya, a rapariga por quem se apaixonou, já prometida a outro. 
‘DJ Ahmet’ é uma comédia dramática, estreia nas longas-metragens, do realizador macedónio Georgi M. Unkovski, de 38 anos. 
"Macedonian coming-of-ager hits pleasurable but predictable notes. Georgi M. Unkovski’s is a charming but familiar look at the competing demands of youth. Many pleasures to come in Georgi M. Unkovski’s charming coming-of-ager. It becomes clear that DJ Ahmet is less about music than it is about rhythm. It is rhythm, too, that threatens to trip up Unkovski’s earnest effort. Warm, amenable drama." 
Sight and Sound 
"Overcomes the tired tropes of the coming-of-age subgenre with its authentic setting and characters, although it suffers in terms of rhythm. The charm and chemistry between the main players, the good-natured spirit of the film and the mix of naturalistic scenes and impressionistic segments makes the film vibrant and engaging. In terms of the editing, some scenes feel cut too early, obstructing the flow of the narrative. Inspired, varied camerawork with intense colours and the upbeat vibe." 
Cineuropa
‘DJ AHMET’ 
Georgi M. Unkovski 

16.2.26

Livro - Romance 
‘EUROTRASH’ 
Christian Kracht 
(2026 Relógio d’Água) 


Um escritor cínico de meia-idade leva a sua mãe numa viagem de carro pela Suíça natal. Ao perceber que são o pior tipo de pessoas, tentam esbanjar a riqueza que ela acumulou ao investir na indústria de armamento. Assombrados pela figura do pai, um apoiante do nazismo, mãe e filho mergulham nas verdades negras do seu passado. 
‘Eurotrash’ é um romance pop, semi-autobiográfico, tragicómico e absurdo, de 160 páginas, do escritor e jornalista suíço Christian Kracht. O autor, de 59 anos e radicado nos Estados Unidos, é inédito em Portugal. 
International Booker Prize - Longlist 2025 
“‘Eurotrash' is a knowing book, with excursions into German history and allusions to Shakespeare, myth, and pop culture. Part of its charm is the voice of its narrator, a self-aware snob-insider who is anatomising the avarice and insecurity of the privileged class he was born. Short but hefty, 'Eurotrash' is a book about ageing that’s steeped in a guilty knowingness about privilege, wealth and the 20th century.” 
The Guardian 
"This book is one of the most entertaining and ultimately moving stories we read. It is brilliantly, bitterly funny, even as it documents a vicious and tarnished emotional universe.” 
The Booker Prize Jury 
“'Eurotrash' critique envers la Confédération Suisse mais témoignant d’un certain apaisement. La fureur qui sous-tendait le premier écrit à succès de l’écrivain, 'Faserland' (1995), apparaît désormais sur un mode aussi parodique qu’acerbe.” 
Le Monde
À venda nas livrarias e em relogiodagua.pt, a partir de 26 de Fevereiro, por 17 euros.
CHRISTIAN KRACHT 
‘Eurotrash’ 
DW 

14.2.26

Filmes - Estreias online em Fevereiro
NOVIDADES EM FILMIN 
Novas entradas na plataforma de cinema independente 
filmin.pt 


A plataforma de streaming Filmin estreia novas longas-metragens, entre novidades e clássicos. As novas entradas de títulos de cinema independente e de autor são disponibilizadas no catálogo online ao longo do mês de Fevereiro.
Fundada em Barcelona, em 2007, a Filmin conta com o apoio de distribuidores, produtores, críticos, festivais e instituições culturais. Presente em Portugal e Espanha, a plataforma dirige-se a todos os amantes de cinema independente. Aos que procuram um complemento à actualidade, os melhores clássicos, documentários e grandes estreias. A todos aqueles que queiram viajar até aos maiores festivais de cinema do mundo e que gostam de cinema de qualidade. 
Subscrição anual por 55€. 2 322 filmes em catálogo. Versões originais com legendas em português. 

SELECÇÃO 
‘Sirât’ (2025 França/Espanha 115’), de Oliver Laxe com Sergi López e Bruno Arjona.  
‘La Tour de Glace - A Torre de Gelo’ (2025 França 117’), de Lucile Hadzihalilovic, com Marion Cotillard e Clara Pacini. 
‘Feng Liu Yi Dai - Marés Vivas’ (2024 China 111’), de Jia Zhang-ke, com Tao Zhao e Zhubin Li. 
‘Tongo Saa - Rising Up at Night’ (2024 RD Congo 96’), de Nelson Makengo.
‘The Remains of the Day - Os Despojos do Dia’ (1993 Estados Unidos 134’), de James Ivory, com Anthony Hopkins e Emma Thompson. 
‘The Age of Innocence - A Idade da Inocência’ (1993 Estados Unidos 139’), de Martin Scorsese, com Daniel Day-Lewis e Michelle Pfeiffer. 
‘It Happened One Night - Uma Noite Aconteceu’ (1934 Itália / Estados Unidos 105’), de Frank Capra, com Clark Gable e Claudette Colbert.
A PLATAFORMA PARA OS AMANTES DE CINEMA 
Filmin 

12.2.26

Música - DJ Set
BEN KLOCK 
Berghain Berlin resident 
Sábado, 21 de Fevereiro no Lux Frágil


O DJ e produtor techno alemão Ben Klock é uma das mais influentes figuras da cena electrónica de Berlim. Como DJ residente no club Berghain Berlin, desde a sua abertura em 2004, conseguiu deixar uma marca vincada na sonoridade do espaço e reputação internacional através de longos DJ sets hipnóticos, duros mas subtis, compostos de pesados grooves. Em 2006, funda a editora Klockworks, para depois colaborar com os DJs Marcel Dettman e Fadi Mohen.
Nas edições, Ben Klock lançou o álbum de originais ‘One’ (2009 Ostgut Ton) e os DJ mix álbuns ‘Berghain 04’ (2010 Ostgut Ton) e ‘Fabric 66’ (2012 Fabric Records). Um regresso à disco do club Lux para abrir a pista a golpes de luz e kick-drums.
“A música de dança como celebração e reflexo da vida, em todas as suas cambiantes de luz, é um princípio unificador da magia que Ben Klock faz. É uma das figuras centrais do techno contemporâneo, reconhecido pela sua capacidade única de construir narrativas longas e imersivas na pista, através de sets extensos, marcados por um forte sentido de fluxo, tensão e coerência sonora. Um verdadeiro mestre.” 
Lux Frágil
“Ben Klock reminded us what he really is: a DJ fanatic, obsessed with making each set better than the last.” 
Resident Advisor
Entradas à venda na bilheteira do Lux, no dia do evento, a partir das 23h00.
STONE TECHNO FESTIVAL ESSEN 2025 
Ben Klock 
ARTE Concert

10.2.26

Filme - Estreia a 19 de Fevereiro no Medeia Cinema Nimas
‘IN DIE SONNE SCHAUEN - OLHAR O SOL’ 
de Mascha Schilinski 
com Hanna Heckt e Lena Urzendowsky 
(2025 Studio Zentral)


Ao longo de um século, Alma, Erika, Angelika e Lenka, quatro raparigas de diferentes gerações, passam a sua juventude na mesma quinta isolada, no nordeste da Alemanha. Unidas por um trauma, descobrem a verdade por detrás das paredes desgastadas da casa de campo. 
‘In Die Sonne Schauen - Olhar o Sol’ é um drama de guerra da realizadora alemã Mascha Schilinski, de 42 anos, autora de ‘Die Tochter’ (2017). 
Festival de Cannes - Prix du Jury 2025 
“Here is a movie whose atavistic excursion through time transfixes, even as its psychology remains as fuzzy as a photograph smeared by motion.” 
The New York Times 
“This story of national guilt and yearning is powerfully unsettling. Mascha Schilinski’s film is something like a ghost story or even a folk-horror and there is a clammy unease in every shot. It is dense with fear and sadness.” 
The Guardian 
“Rarement un film aura fait exister avec autant de force notre propre sentiment d’étrangeté.” 
Le Monde 
“Il serait dommage de ne s’arrêter qu’à sa première couche - une dureté protestante - sans se laisser porter par la vertigineuse exploration sensorielle des méandres d’une mémoire collective à laquelle invite ce film très singulier.” 
Cahiers du Cinéma
‘IN DIE SONNE SCHAUEN’ 
Mascha Schilinski 

 

8.2.26

Teatro - Encenação 
‘OS JUGOSLAVOS’ 
de Juan Mayorga pelos Artistas Unidos 
De 19 Fevereiro a 04 de Março no Teatro Paulo Claro (Marvila) 


Até há pouco tempo, a vida de Martín, proprietário de um bar, corria bem. Mas a sua mulher, Ángela, deixou completamente de falar e também já não vem trabalhar no bar. Desesperado, contrata Gerardo, um homem apaziguador, para a seguir nas suas deambulações pelas ruas da cidade de mapa na mão. 
'Los Yugoslavos - Os Jugoslavos’ (2010) é uma peça de teatro do dramaturgo e encenador espanhol Juan Mayorga. Produção dos Artistas Unidos, com encenação de Pedro Carrara e representações de Inês Pereira, Mercês Borges, Paulo Pinto e Pedro Caeiro. O autor tetral Juan Mayorga, de 60 anos, já teve encenado em Portugal a peça ‘O Rapaz da Última Fila’ (2012 Artistas Unidos). 
“El origen de la tristeza según Juan Mayorga. La obra del laureado autor teatral es nutritiva y estimulante, pero deja un regusto de frustración por los numerosos enigmas que quedan sin desarrollo.” 
El País 
Terças e quartas às 19h30, quintas e sextas às 21h00 e sábados às 16h00 e 21h00. Bilhetes à venda na Fnac e BOL por 7 euros (para terças, Dia do Espectador) e 10 euros. Livrinhos de Teatro ‘Os Jugoslavos’ de Juan Mayorga (2026 Artistas Unidos / Snob).
ARTISTAS UNIDOS 
‘Os Jugoslavos’ 
Teatro Paulo Claro



6.2.26

Filme - Sessão na sexta, 13 de Fevereiro, às 19h00, na Cinemateca Portuguesa 
‘LA PASSION DE JEANNE D’ARC - A PAIXÃO DE JOANA D’ARC’ 
de Carl Th. Dreyer 
com Renée Falconetti e Antonin Artaud 
(1928 Société Générale des Films)


França, 1431. A jovem camponesa Joana D’Arc é condenada à morte por ter liderado o povo francês contra o exército invasor inglês, dizendo que foi inspirada por Jesus e São Miguel. Capturada pelos ingleses, é levada à prisão, torturada, vai à julgamento por heresia e por fim é executada. 
‘La Passion de Jeanne d'Arc - A Paixão de Joana d’Arc' (1928) é um drama histórico biográfico do realizador dinamarquês Carl Th. Dreyer (1889-1968), que usa a essência do cinema, a imagem, para mostrar a tragédia humana em grandes planos de rostos. O cineasta é autor de ‘Gertrud’ (1964). 
Cahiers du Cinéma - 100 Films pour une Cinémathèque Idéale 
Sight and Sound - The Greatest Films of All Time 
“Carl Theodor Dreyer’s rapturous silent masterpiece transcending tyranny and temporality. Silent cinema at its most sublimely expressive, Carl Theodor Dreyer’s masterpiece is an austere but hugely affecting dramatization. Is a remarkably distilled and refined example of silent storytelling. Watching the flickers of anguish and resolve is one of cinema’s most purely moving experiences.” 
Sight and Sound 
“Um dos grandes clássicos da História do cinema, com uma intérprete de eleição. Um filme mudo que se ouve no seu silêncio.” 
Cinemateca Portuguesa
Filme mudo. Intertítulos em norueguês, legendados em português. Acompanhamento ao piano por Filipe Raposo. Bilhetes à venda na Cinemateca Portuguesa e BOL por 3,20 euros. 
‘LA PASSION DE JEANNE D’ARC’ 
Carl Th. Dreyer 
 

4.2.26

Música - DJ Set  
BEN UFO   
Experimental accessible  
Sexta, 13 de Fevereiro no Lux Frágil  


Co-fundador da editora electronic/dubstep Hessle Audio, em 2007, o inglês Ben Thomson é dos poucos DJs que nunca enveredou pela produção. Sob o nome Ben UFO tornou-se referência a seleccionar e misturar música e a explorar sons house/dubstep/garage, antigos e novos. Manteve um programa semanal na rádio RinseFM, editou os mix-álbuns ‘Rinse: 16’ (2011 Rinse) e ‘Fabriclive 67’ (2013 Fabric), onde apresenta house/electro e techno/dubstep, e colabora com a BBC Radio 1. 
Ben UFO está de regresso à disco do Lux Frágil para tornar o experimental acessível e o clássico em algo que parece escutado pela primeira vez. Um sound-design firmemente assente na cultura de sound-system.  
“One of the world's best DJs. The quiet obsession with finding (and playing) amazing records has seen him become one of electronic music's foremost tastemakers.”   
Resident Advisor  
“Ben UFO continua a ser uma força vital na recombinação das tradições mais arrojadas da dance music e um mestre a guiar pistas por momentos inesperados e inesquecíveis abrindo novos caminhos. E, diga-se, vá, é dos melhores DJs do mundo.” 
Lux Frágil 
Entradas à venda na bilheteira do Lux, no dia da actuação, a partir das 23h00. 
HESSLE AUDIO 2025 
Ben UFO  
Rinse FM 

 

2.2.26

Filme - Estreia a 12 de Fevereiro no Medeia Cinema Nimas e UCI Cinemas El Corte Inglés
‘EOJJEOLSUGA EOBSDA - SEM ALTERNATIVA’ 
de Park Chan-wook 
com Lee Byung-hun e Son Ye-jin 
(2025 CJ Entertainment) 


You Man-su, gerente de uma fábrica de papel, é um homem feliz. Quando é despedido, não suporta a ideia de perder o seu estatuto social e estilo de vida. Não lhe resta alternativa senão eliminar todos os seus concorrentes ao mercado de trabalho. 
‘Eojjeolsuga Eobsda - Sem Alternativa’ é um comédia dramática de acção do realizador sul-coreano Park Chan-wook, a partir do argumento do filme ‘Le Couperet - Golpe a Golpe’ (2005). O cineasta, de 63 anos, é autor de ’Oldeuboi - Velho Amigo’* (2003), ’Chinjeolhan Geumjassi - Vingança Planeada’* (2005), ‘Bakjwi - Este é o Meu Sangue’* (2009), ‘Ah-Ga-Ssi - A Criada’* (2016) e ‘Heojil Kyolshim - Decisão de Partir’ (2022)*. 
* Filmes disponíveis na plataforma de streaming Filmin 
“Is easy to admire from one perfectly balanced shot to the next; it is a pleasure to see how Park plays with visual space and deploys some of the more slapstick comedy with sharply timed, style finesse. If only the movie’s tones and moods were as modulated as its two vibrant, often touching lead performances.” 
The New York Times 
"Sensational state-of-the-nation satire, continually surprising black comedy. Park Chan-wook’s brings his usual effortlessly fluent, steely confidence and a type of storytelling momentum that can accommodate all kinds of digressions, set-pieces and the occasional trance-like submission to mysterious visions.” 
The Guardian
‘EOJJEOLSUGA EOBSDA’ 
Park Chan-wook 

 

30.1.26

Teatro - Encenação 
‘O PILOTO AMERICANO’ 
de David Greig pelos Artistas Unidos 
De 04 de Fevereiro a 01 de Março no Teatro Variedades 


Um avião militar despenha-se num vale remoto de um país distante. Os locais acolhem o piloto ferido e discutem o seu destino. 
‘The American Pilot - O Piloto Americano’ (2005) é uma peça de teatro do dramaturgo e encenador escocês David Greig, que cresceu na Nigéria. Produção dos Artistas Unidos, com encenação de António Simão e representações de Américo Silva, Andreia Bento, Helder Bráz, Joana Calado, Marco Mendonça, Nuno Gonçalo Rodrigues, Rúben Gomes e Simon Frankel. David Greig, de 57 anos, teve estreia em Portugal com a encenação de ‘Outlying Islands - Ilhas Distantes’ (2009 Teatroesfera/João Craveiro).
“David Greig is not only astonishingly prolific - he is also one of the most intellectually stimulating dramatists around. He has now come up with a political allegory. Greig's calculated geographical imprecision is sometimes frustrating. And his plot is occasionally driven by allegorical necessity rather than probability. But what Greig captures excellently is the idea of the world as a shrinking global village dominated by US values. The play's format is that of a Brechtian lehrstück or teaching piece; but Greig goes beyond simplistic propaganda to explore both America's cultural colonialism and its residual mystique. Although I sometimes wish would move on from allegory to actuality, this is a richly provocative new play.” 
The Guardian 
Quartas e quintas às 20h00, sextas e sábados às 21h00 e domingos às 16h00. Bilhetes à venda na Fnac e BOL por 12 euros.
ARTISTAS UNIDOS 
‘O Piloto Americano’ 
Teatro Variedades



26.1.26

Livro - Romance 
‘TARÂNTULA’ 
Eduardo Halfon 
(2026 LeYa D.Quixote) 


Em 1984, o jovem Eduardo, exilado há anos nos Estados Unidos, volta à Guatemala para participar num acampamento de crianças judias. Uma manhã, os jovens são acordadas pelo conselheiro do acampamento, fardado e com uma tarântula no braço, numa encenação de um campo de concentração nazi. Décadas depois, Eduardo senta-se frente a Samuel Blum, o conselheiro do acampamento. 
‘Tarántula - Tarântula’ é um romance, de 176 páginas, do escritor guatemalteco Eduardo Halfon. O autor, de 54 anos, tem publicado em Portugal os romances ‘Luto’ (2021 LeYa D.Quixote) e ‘Canción’ (2022 LeYa D.Quixote). 
Prix Médicis Étranger 2024 
AECL Premios de la Crítica - Narrativa Castellana 2024 
“Habité par une gravité inédite chez Eduardo Halfon, ce roman tout en tension explore magistralement la possibilité de faire le tri entre ses traumas et ses racines. Eternel étranger, l'écrivain né au Guatemala poursuit sa vraie-fausse autobiographie avec une gravité inédite.” 
Le Monde 
“Una pequeña joya narrativa. Con una técnica de control narrativo tan impecable como discreta, Eduardo Halfon refleja en su propia disyuntiva identitaria.” 
El País 
“Revelatory. The impossible alloy of identity is Eduardo Halfon’s great topic, the anxiety that underlies his compulsive way of staging of the past.” 
The New York Times
‘TARÁNTULA’ 
Conversación con Eduardo Halfon 
Nollegiu 

 

22.1.26

Música - DJ Set  
JOHN TALABOT  
Efficacy, risk, and revelation  
Sexta, 30 de Janeiro no Lux Frágil


Músico, DJ e produtor house/disco, o espanhol Oriol Riverola, sob o nome John Talabot, começou por lançar, a partir de 2009, vários singles, EPs e remixes ensolaradas para a pista de dança. Residente no club Razzmatazz Barcelona durante longo período, fundou ainda a editora Hivern Discs.  
Com o álbum de estreia ‘Fin’ (2012 Permanent Vacation), John Talabot afirma o seu talento para captar uma alegria nostálgica mediterrânica associada à dance music. De seguida edita o mix-álbum 'DJ-Kicks' (2013 !K7 Records) e o álbum de originais ‘The Night Land’ (2017 R&S) sob o nome Taloboman, uma parceria com o DJ e produtor sueco Axel Boman. O house/disco melancolicamente feliz, dançável e triunfante de John Talabot regressa agora à disco do Lux Frágil. 
Bilhetes à venda na bilheteira do Lux, a partir das 23h00, do dia do evento.  
"É a música mais optimista de sempre. O house de John Talabot é denso e grandioso."  
Flur Discos 
“Escolhas reunidas de um mundo que vai para além do house, mas que nunca soa a intenção forçada. Fluindo naturalmente.”  
Lux Frágil
BOILER ROOM SUGAR MOUNTAIN MELBOURNE 2023 
John Talabot 
 
 

18.1.26

Livro - Novela Gráfica 
‘DUAS RAPARIGAS NUAS’ 
Luz 
(2026 LeYa ASA) 


Em 1919, numa floresta de Berlim, o pintor expressionista polaco Otto Mueller pinta ‘Deux Filles Nues’. Do ateliê do artista ao escritório do primeiro proprietário, a pintura observa a vida quotidiana. A obra acaba por ser arrastada pelas atribulações da chegada do fascismo ao poder, pela censura política e cultural. 
‘Deux Filles Nues - Duas Raparigas Nuas’ é uma novela gráfica, de 196 páginas a cores, do autor de banda desenhada francês Renald Luzier, que assina como Luz, de 53 anos. A obra conta um século de história visto através de uma pintura através da proeza gráfica da visão subjectiva, desenho cartoonista e cores directas. O autor, ex-cartunista do jornal satírico francês ‘Charlie Hebdo’, é inédito em Portugal. 
Festival d’Angoulême - Fauve d’Or Prix du Meilleur Album 2025 
ACBD - Grand Prix de la Critique 2025 
“L’album est aussi remarquable pour sa narration audacieuse. Voyage aussi passionnant qu’effroyable, 'Deux Filles Nues' est aussi une utile piqûre de rappel: l’Art est libre et, face à des menaces permanentes, doit le rester.” 
Le Monde 
“Un régal.” 
Le Nouvel Obs 
À venda nas livrarias e em leyaonline.com, a partir de 27 de Janeiro, por 30 euros.
‘DEUX FILLES NUES’ 
Luz 
Albin Michel 

14.1.26

Filmes - Estreias online em Janeiro
NOVIDADES EM FILMIN 
Novas entradas na plataforma de cinema independente 
filmin.pt 


A plataforma de streaming Filmin estreia novas longas-metragens, entre novidades e clássicos. As novas entradas de títulos de cinema independente e de autor são disponibilizadas no catálogo online ao longo do mês de Janeiro.
Fundada em Barcelona, em 2007, a Filmin conta com o apoio de distribuidores, produtores, críticos, festivais e instituições culturais. Presente em Portugal e Espanha, a plataforma dirige-se a todos os amantes de cinema independente. Aos que procuram um complemento à actualidade, os melhores clássicos, documentários e grandes estreias. A todos aqueles que queiram viajar até aos maiores festivais de cinema do mundo e que gostam de cinema de qualidade. 
Subscrição anual por 55€. 2 322 filmes em catálogo. Versões originais com legendas em português. 

SELECÇÃO 
‘Vingt Dieux - Amor e Queijo’ (2024 França/Suíça 92’), de Louise Courvoisier, com Clément Faveau e Maiwene Barthélemy. 
‘Memoir of a Snail - Memórias de Um Caracol’ (2024 Austrália 95’), de Adam Elliot, com Jacki Weaver e Sarah Snook (vozes)
‘Soundtrack to a Coup d’Etat - Banda Sonora para um Golpe de Estado’ (2024 Bélgica 150’), de Johan Grimonprez, com Patrice Lumumba e Dag Hammarskjöld.
A PLATAFORMA PARA OS AMANTES DE CINEMA 
Filmin 

12.1.26

Filme - Estreia a 22 de Janeiro no Medeia Cinema Nimas 
‘MARTY SUPREME’ 
de Josh Safdie 
com Timothée Chalamet e Gwyneth Paltrow 
(2025 A24) 


1952, Nova Iorque. Marty Mauser recusa a ser apenas mais um trabalhador precarizado. Joga ténis de mesa pelo dinheiro das apostas e em grandes torneios internacionais, fazendo inimigos pelo percurso. Aos 67 anos, torna-se o mais velho campeão a vencer uma competição. 
‘Marty Supreme’ é um drama do realizador norte-americano Josh Safdie, de 42 anos, autor de ‘The Pleasure of Being Robbed - O Prazer de Ser Roubado’ (2008) e ‘Uncut Gems - Jóias Brutas’ (2019). 
“A hyper-charged take on a bildungsroman, Marty Supreme is one of the most thoroughly pleasurable American movies of the year and one of the most exciting. Part of what makes it electric is how organically its numerous parts - its themes, characters, camera movements and accelerated pacing - fit together in a whirring whole.” 
The New York Times 
“It is rather that the film is itself ping pong; the rhythm and spirit of table tennis is in every scene and the mesmeric effect of the spectacular, clattering, dizzying back-and-forth.” 
The Guardian
Director Josh Safdie has pulled together a vibrant gallery of New York characters for a never-say-die American story that’s bursting with humour and that trademark Safdie kineticism.” 
Sight and Sound
‘MARTY SUPREME’ 
Josh Safdie 

 

10.1.26

Livro - Novela Gráfica 
‘O GOSTO DO CLORO’ 
Bastien Vivès 
(2025 Editora Devir)  


Um jovem com problemas na coluna começa a nadar numa piscina pública para melhorar a sua saúde. Conhece uma jovem que decide ajudá-lo a melhorar a sua técnica. Aula após aula, nasce uma ténue relação e uma paixão tímida. 
‘Le Goût du Chlore - O Gosto do Cloro’ é uma novela gráfica do autor francês Bastien Vivès, de 41 anos. A obra de banda desenhada, de 144 páginas a cores, revela uma narrativa leve e melancólica, íntima e modesta, aliada a uma arte com uma paleta de cores azuis e verdes lavadas, num retrato lírico moderno. Bastien Vivès tem publicado em Portugal as novelas gráficas ‘Polina’ (2017 Levoir / Público) e ‘Uma Irmã’ (2018 Levoir / Público). 
Festival d’Angoulême - Prix Révélation 2009 
ACBD - Grand Prix de la Critique Finalistes 2009 
"Du pur Bastien Vivès. Les silences en disent plus long qu'une bulle, où la sobriété du trait, renforcée par le noir et blanc, suggère, esquisse, taquine fiévreusement notre imagination." 
Le Point
À venda nas livrarias e editoradevir.pt, a partir de 15 de Janeiro, por 22 euros.
‘LE GOÛT DU CHLORE’ 
Bastien Vivès

6.1.26

Cinema - Retrospectiva
INTEGRAL JOÃO CÉSAR MONTEIRO 
Em Janeiro, no Medeia Cinema Nimas 


Os filmes do cineasta português João César Monteiro (1939-2003) voltam em cópias digitais restauradas ao Medeia Cinema Nimas, depois de um trabalho de digitalização levado a cabo pela Cinemateca Portuguesa.
A obra extraordinária de João César Monteiro, ferozmente livre, de coragem artística ímpar, é a de um cineasta singular e iconoclasta. Um cinema onde o sagrado e o profano convivem no mesmo plano, sem moral estabelecida e atravessado pela liberdade. Contra o cinema que se expressava sob a forma de filmes que, de modo mimético e transparente, macaqueiam a realidade, existiu para que os efeitos sobre a realidade prevalecessem sobre a realidade dos efeitos. Porque é de cinema que se fala. “A beleza do mundo é a beleza do cinema”. 
Bilhetes à venda no Medeia Cinema Nimas e ActiveTicket por 8 euros.

SELECÇÃO  
Domingo, 18 de Janeiro 
21h00 - ‘Vai e Vem’ (2003), de João César Monteiro, com João César Monteiro e Rita Pereira Marques.  
O viúvo João Vuvu vê frustrada a esperança que o filho saído da prisão se tenha regenerado.
TODOS OS FILMES
Integral João César Monteiro
Medeia Filmes

2.1.26

Livro - Banda Desenhada 
‘BLAST’ 
Manu Larcenet 
(2026 Ala dos Livros) 


A pesar mais de 150 quilos, Polza passou os últimos meses completamente bêbado e a vagabundear. Acaba preso como principal suspeito de um assassinato. A sua história é pouco plausível, mas tudo começou com uma explosão mental, um flash a que chama ‘blast'. 
‘Blast - Integral 1/2’ é uma banda desenhada rica em nuances e texturas, de 408 páginas a preto e branco e cores, com argumento e desenho do francês Manu Larcenet. O autor, de 57 anos, tem publicado em Portugal as novelas gráficas ‘O Combate Quotidiano’ (2021 Arte de Autor) e ‘O Relatório de Brodeck’ (2021 Ala dos Livros) e os álbuns ‘Os Cosmonautas do Futuro’ (2003 LeYa ASA) e ‘A Estrada’ (2024 Ala dos Livros).
Le Nouvel Obs - Les 100 Meilleures BD du 21e Siècle  
ACBD - Grand Prix de la Critique Finalistes 2015 
“Car sous ses allures sombres, 'Blast' séduit à chaque page, que ce soit par son texte poétique, ses aquarelles d'une rare beauté, ou son regard impitoyablement lucide sur le monde.” 
L’Express 
"Voilá l’album choc de Manu Larcenet, une des plus grosses claques de l’année BD. Va surprendre les fans de l’auteur et surtout ne laissera personne indifférent. Une bande dessinée humaine, sombre et inconfortable, qui fascine et remue à la fois. Manu Larcenet produit sans doute son plus bel ouvrage.” 
BoDoi
À venda nas livrarias e aladoslivros.com, a partir de 13 Janeiro, por 45 euros.
MANU LARCENET
‘Blast’ 
L’Express