"Nascera em Loulé. A dezanove de Abril, nos fins do século. 1899, vem no assento de baptismo.
- Mil e novecentos – afirmou ele algumas vezes.
Pareceria mais moderno, já século XX. Mas não era. E ninguém como o próprio Duarte o saberia com tanto rigor. Não deixava, no entanto, de provocar o jogo.
- Se há quem afirme que sou demasiado novo para os cargos que tenho exercido… Para que hei-de eu perder tempo a rectificar a data da certidão? Perder um ano de vida."
“Uma das coisas que me dá imenso gozo é descobrir, pesquisar, e há vinte anos que andava a recolher dados sobre Duarte Pacheco.
Foi uma pessoa com uma grande clarividência, um líder, com um grande capacidade de impor as suas ideias e apenas romanceei aquilo que era como pessoa, como se movia em relação a Lisboa.
Tudo o que digo biograficamente no livro é verdadeiro, mas há um contexto romanceado.”
2 comentários:
A COVA DO LAGARTO
"Nascera em Loulé.
A dezanove de Abril, nos fins do século. 1899, vem no assento de baptismo.
- Mil e novecentos – afirmou ele algumas vezes.
Pareceria mais moderno, já século XX.
Mas não era. E ninguém como o próprio Duarte o saberia com tanto rigor. Não deixava, no entanto, de provocar o jogo.
- Se há quem afirme que sou demasiado novo para os cargos que tenho exercido… Para que hei-de eu perder tempo a rectificar a data da certidão?
Perder um ano de vida."
CR
OBRA PÚBLICA
“Uma das coisas que me dá imenso gozo é descobrir, pesquisar, e há vinte anos que andava a recolher dados sobre Duarte Pacheco.
Foi uma pessoa com uma grande clarividência, um líder, com um grande capacidade de impor as suas ideias e apenas romanceei aquilo que era como pessoa, como se movia em relação a Lisboa.
Tudo o que digo biograficamente no livro é verdadeiro, mas há um contexto romanceado.”
Filomena Marona Beja
CR
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