6.12.16

Balanço - Filmes do Ano
'SIGHT & SOUND' 
The international film magazine 
Best Films of 2016
(BFI) 


Na edição de Janeiro da 'Sight & Sound' os 100 colaboradores da revista de cinema internacional elegem os ‘Best Films of 2016’, os melhores filmes do ano.
Editada deste 1932 pelo British Film Institute, a revista mensal independente sobre cinema 'Sight & Sound' é reconhecida internacionalmente pelas críticas, reportagens e ensaios que publica sobre filmes, festivais e cinematografias de todo o mundo. Informação, comentários, entrevistas, retrospectivas e as estreias mais recentes pelos melhores jornalistas e críticos, numa revista inspirada pelo cinema e dirigida por Nick James.
Revista 'Sight & Sound' à venda em Portugal nas lojas de imprensa internacional.

SIGHT & SOUND - BEST FILMS OF 2016 
01. ‘Toni Erdmann’ de Maren Ade (Alemanha) 
02. ‘Moonlight’ de Barry Jenkins (Estados Unidos) 
03. ‘Elle - Ela’ de Paul Verhoeven (Holanda) 
04. ‘Certain Women’ de Kelly Reichardt (Estados Unidos) 
05. ‘American Honey’ de Andrea Arnold (Inglaterra) 
06. ‘I, Daniel Blake - Eu, Daniel Blake’ de Ken Loach (Inglaterra) 
07. ‘Manchester by the Sea’ de Kenneth Lonergan (Estados Unidos) 
08. ‘L´Avenir - O Que Está por Vir’ de Mia Hansen-Love (França) 
09. ‘Paterson’ de Jim Jarmusch (Estados Unidos) 
10. ‘La Mort de Louis XIV’ de Albert Serra (Espanha)
‘TONI ERDMANN’
Maren Ade
Sight & Sound - Best Film of 2016 
Estreia em Portugal em Fevereiro

4.12.16

Filme - Reposição a 15 de Dezembro no Midas Cinema Ideal
‘MODERN TIMES - TEMPOS MODERNOS’ 
de Charles Chaplin
com Charles Chaplin e Paulette Goddard
(1936 Charles Chaplin Productions) 


Na época da Revolução Industrial, The Tramp trabalha na linha de montagem de uma fábrica o que lhe provoca uma crise nervosa e o despedimento. Depois de um longo período num sanatório, sai em busca de trabalho e acaba por ser preso ao ser confundido com um agitador comunista. Até que conhece uma jovem órfã que rouba comida para alimentar as irmãs.
No ano em que se cumprem os 80 anos da comédia política ‘Modern Times - Tempos Modernos’ (1936), obra-prima do actor e cineasta inglês Charles Chaplin, a Midas Filmes repõe o filme numa cópia digital restaurada. Uma oportunidade única de ver ou rever o último filme mudo de Charles Chaplin (1889-1977) como nunca antes se viu.
De 15 de Dezembro a 04 de Janeiro, em exclusivo no Midas Cinema Ideal. 
“Do you have to be reminded that Chaplin is a master of pantomime? Time has not changed his genius.” 
The New York Times
“In 'Modern Times' Charles Chaplin proves again that he is the greatest artist of the silent screen, the most eloquent master of mime, and the simplest, most essential, and most touching of comedians. Watching 'Modern Times' one is compelled to marvel again at the miraculous soundness.” 
The Guardian
‘MODERN TIMES’
Charles Chaplin 

2.12.16

Balanço - Filmes do Ano
'CAHIERS DU CINÉMA' 
Toute l’actualité du cinéma 
Les Dix Meilleurs Films 2016
(Phaidon) 


Na edição de Dezembro, a ‘Cahiers du Cinéma’ apresenta ‘Les Dix Meilleurs Films 2016’, os melhores filmes do ano, numa escolha da redacção da revista de cinema. Fundada em França em 1951, a ‘Cahiers du Cinéma’ formou gerações de cinéfilos entusiastas e provocadores e instituiu a política de autores. Muitos jovens cineastas franceses começaram por ser colaboradores da publicação antes de se tornarem realizadores.
A mais prestigiada publicação francesa sobre cinema é actualmente propriedade da editora inglesa Phaidon e tem como director Jérôme Cuzol. As páginas da revista mantêm-se abertas à reflexão dos cineastas da actualidade.
Revista 'Cahiers du Cinéma' à venda em Portugal nas lojas de imprensa internacional. 

CAHIERS DU CINÉMA - LES DIX MEILLEURS FILMS 2016 
01. ‘Toni Erdmann’ de Maren Ade (Alemanha) 
02. ‘Elle - Ela’ de Paul Verhoeven (Holanda) 
03. ‘The Neon Demon - O Demónio de Néon’ de Nicolas Winding Refn (Dinamarca) 
04. ‘Aquarius’ de Kleber Mendonça Filho (Brasil) 
05. ‘Ma Loute’ de Bruno Dumont (França) 
06. ‘Julieta’ de Pedro Almodóvar (Espanha) 
07. ‘Rester Vertical’ de Alain Guiraudie (França) 
08. ‘La Loi de la Jungle’ de Antonin Peretjatko (França) 
09. ‘Carol’ de Todd Haynes (Estados Unidos) 
10. ‘Le Bois dont les Rêves sont Faits’ de Claire Simon (França)
‘TONI ERDMANN’
Maren Ade
Cahiers du Cinéma - Meilleur Film 2016 
Estreia em Portugal em Fevereiro

30.11.16

DJ Set
RØDHÅD
Dystopian
Quinta, 15 de Dezembro, a partir das 00h30, no Lux


O DJ e produtor alemão Rødhåd notabilizou-se pelo looptechno que tocou nas noites ‘Dystopian’ dos clubs de Berlim, um som dub/techno/house profundo, poderoso e frio. A partir de 2010, fixou residência no club Berghain (Berlim) e tocou nos grandes clubs e eventos europeus para, em 2012, fundar a editora Dystopian.
Rødhåd distingue-se pelo equilíbrio intemporal, grooves percussivos e técnicas de mistura perfeitas. Um regresso à cabine do club de Santa Apolónia depois de, em Janeiro de 2015, ter sido o programador da noite 'Lux curated by Rødhåd - Green Ray by Heineken’.
Resident Advisor - Top 10 DJs of 2015  
Bilhetes à venda na bilheteira do Lux a partir das 23h00. 
“Escolhas nebulosas, melancólicas, potentes e cheias de detalhe.” 
Lux

BOILER ROOM BERLIN
Rødhåd 

28.11.16

Livro - Romance
‘BREVE HISTÓRIA DE SETE ASSASSINATOS’ 
Marlon James 
(2016 Relógio d’Água)  


Jamaica, Dezembro de 1976. Sete assassinos entram na casa de Bob Marley na véspera de um concerto. Apesar de ferido no peito e num braço, o cantor de reggae sobrevive. Os homens nunca foram descobertos. Mais de 80 mil pessoas assistem ao concerto que Bob Marley dá dois dias depois. Três décadas, vários continentes, miúdos da favela, engates da noite, barões da droga, namoradas, assassinos, políticos, jornalistas e agentes da CIA.
Um romance, de 672 páginas, do escritor e professor de escrita criativa Marlon James, de 45 anos. O autor jamaicano radicado nos Estados Unidos está inédito em Portugal.
Booker Prize - Fiction 2015
The New York Times - Notable Books 2014 
“Brilliantly inventive, 'A Brief History of Seven Killings' is an exhilarating. Mesmerizingly powerful novel.” 
The New York Times
“'A Brief History of Seven Killings' is sometimes more impressive than it is easily enjoyable. This is a novel that explores the aesthetics of cacophony and also the aesthetics of violence.” 
The Guardian
‘A BRIEF HISTORY OF SEVEN KILLINGS’
Marlon James 

26.11.16

Filme - Estreia a 08 de Dezembro no Medeia Monumental
‘HELL OR HIGH WATER - CUSTE O QUE CUSTAR!’ 
de David Mackenzie 
com Dale Dickey e Ben Foster
(2016 Film 44) 


Toby, pai divorciado, e Tanner, irascível ex-presidiário, são dois irmãos a viver no Oeste americano. Juntos decidem assaltar sucursal atrás de sucursal do banco que está a penhorar a propriedade da sua família, até que se cruzam com um ranger texano, o único polícia honesto do Oeste.
Um drama/western do realizador inglês David Mackenzie, de 50 anos, autor de ‘Starred Up’ (2013).
“It's an action-thriller with punch.” 
The Guardian
“'Hell or High Water' is a chase movie disguised as a western. Its humor is as dry as prairie dust... and its morals are steadfastly gray.” 
The New York Times
“Le film de David Mackenzie s’y épanouit, énergique, violent, sentimental, spectaculaire.” 
Le Monde
“Film plaisant en somme, mais qui ne réalise que partiellement le potentiel suggéré par ses références.” 
Cahiers du Cinéma
‘HELL OR HIGH WATER’
David Mackenzie 

24.11.16

Livro - Romance
‘FRUTA DELICIOSA’ 
James Hannaham 
(2016 Relógio d’Água)  


Darlene, uma mãe devastada pela inesperada morte do marido, refugia-se nas drogas. Toldada pela dor, é atraída para uma misteriosa quinta, gerida por uma empresa de cariz duvidoso, com a promessa de um trabalho - com consequências desastrosas tanto para si como para o seu pequeno filho, Eddie.
Um romance, de 328 páginas, do escritor norte-americano James Hannaham, de 47 anos, inédito em Portugal. O autor norte-americano é também professor de Humanities & Media Studies e fundador do grupo de teatro Elevator Repair Service.
PEN/Faulkner Award - Fiction 2016 
The New York Times - Notable Books 2015
"A writer of major importance. Moments of deft lyricism are James Hannaham's greatest strength, and those touches of beauty and intuitive metaphor make the novel's difficult subject matter easier to bear. The novel's finest moments are.” 
The New York Times
“A novel about the legacy of injury - emotional, racial and political - zips by thanks to Hannaham’s evident delight in the process of storytelling.” 
The Guardian
‘DELICIOUS FOODS’
James Hannaham
(Little, Brown)   

22.11.16

Filme - Estreia a 01 de Dezembro no Medeia Monumental e Midas Cinema Ideal
‘I, DANIEL BLAKE - EU, DANIEL BLAKE’ 
de Ken Loach 
com Dave Johns e Hayley Squires
(2016 BBC Films) 


Daniel Blake, de 59 anos, trabalhou como marceneiro durante a maior parte da sua vida, em Newcastle. Agora, e pela primeira vez, precisa de ajuda do Estado. O seu caminho cruza-ze com o de Katie, mãe solteira, e as suas duas crianças, Daisy e Dylan.
Um drama do realizador inglês Ken Loach, de 80 anos, autor de ‘Sweet Sixteen’ (2002) e ‘The Wind That Shakes the Barley - Brisa de Mudança’ (2006).
Festival de Cannes - Palm d’Or 2016 
“The story is told with stark and fierce plainness: unadorned, unapologetic, even unevolved. Loach's movie offends against the tacitly accepted rules of sophisticated good taste: subtlety, irony and indirection.” 
The Guardian
“Un héros ordinaire et magnifique dans l’un des plus beaux films de Ken Loach. Une oeuvre d’une rectitude singulière, qui évite la raideur par la vertu de sa profonde humanité.” 
Le Monde
“L’effacement opiniâtre du cinéaste devant son sujet donne parfois l’impression qu’il n’y a personne derrière la camera. Indéniablement il y a quelque chose de touchant.” 
Cahiers du Cinéma
‘I, DANIEL BLAKE’
Ken Loach 

20.11.16

DJ Set
GILLES PETERSON 
Searching for the perfect beat 
X Aniversário Musicbox ‎- Sessão 2
Quinta, 01 de Dezembro a partir das 00h30 no Musicbox Lisboa


Nascido na Suíça e radicado em Londres, o radialista Gilles Peterson iniciou o seu programa 'Worldwide' na BBC Radio 1, em 1998, sendo actualmente retransmitido para rádios de 12 países. Especialista em mix eclécticos de modern jazz, funk, reggae, soul e early electro, Gilles Peterson construiu reputação mundial como divulgador musical de talentos emergentes e como DJ, a par da fundação das editoras Acid Jazz, Talkin’Loud e Brownswood, da regular edição de compilações, da organização dos prémios ‘Worldwide Awards’ e da promoção do 'Worldwide Festival', em Sète (França).
Gilles Peterson lançou o triplo mix-álbum ‘Masterpiece’ (2011 Ministry of Sound) e, mais recentemente, a compilação ‘Gilles Peterson - Magic Peterson Sunshine’ (2016 MPS) e a rádio online Worldwide FM.
Bilhetes para X Aniversário Musicbox - Sessão 2 à venda na Fnac por 12 euros.
BOILER ROOM
Gilles Peterson

18.11.16

Filme - Estreia a 24 de Novembro no Medeia Monumental
‘BACALAUREAT - O EXAME’ 
de Cristian Mungiu 
com Adrian Titieni e Maria Dragus
(2016 Les Films du Fleuve) 


Romeo, médico numa pequena aldeia da Transilvânia, sempre fez tudo para que a sua filha Eliza pudesse estudar no estrangeiro. Agora que ela ganhou uma bolsa para estudar psicologia numa universidade inglesa, só precisa de boas notas nos exames finais. Mas Eliza sofre um ataque e Romeo tem que resolver a situação.
Um drama do realizador romeno Cristian Mungiu, de 48 anos, autor de ‘4 Luni, 3 Saptamani si 2 Zile - 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias’ (2007) e ‘Dupa Dealuri - Para Lá das Colinas’ (2012).
Festival de Cannes - Prix de la Mise en Scène 2016 (melhor realizador)
“An intricate, deeply intelligent film, and a bleak picture of a state of national depression in Romania. There are superb performances.” 
The Guardian
“Captivating and disturbing.” 
Film Comment
‘BACALAUREAT’
Cristian Mungiu



16.11.16

Exposição e Venda
MERC’ART 
50 Artistas. 50 Obras 
De 17 de Novembro a 18 de Dezembro no Time Out Market Lisboa
(2016 Time Out International) 


A Merca’art, primeira galeria de arte suspensa de Lisboa, vai descolar e expor 50 obras de 50 ilustradores e street artists nacionais suspensas nas asnas do Time Out Market Lisboa. O objectivo é comemorar, partilhar e democratizar a ilustração e a arte urbana, não apenas constituída por artistas reconhecidos mas também pelos conhecidos, emergentes e embrionários. No Merc’art vai ser possível comprar reproduções em formato A2, A3 e postal e originais de nomes como Afonso Cruz, João Fazenda, André Carrilho, Pedro Zamith, Vanessa Teodoro ou Lord Mantraste. São 12 500 reproduções a preços acessíveis.
O conceito Time Out Market Lisboa foi criado, em 2014, pela equipa da revista ‘Time Out Lisboa’ no Mercado da Ribeira. São 24 restaurantes, oito bares, mais de uma dezena de espaços comerciais e uma sala de espectáculos, tudo com o melhor de Lisboa.

50 ARTISTAS. 50 OBRAS
Merc’art


14.11.16

Música - Álbum
‘LOVE SONGS: PART TWO’ 
Romare 
(2016 Ninja Tune) 


Músico, DJ e produtor house/disco e jazz/funk inglês, Archie Fairhurst estudou African American Visual Culture na qual se inspira. Sob o nome Romare começou por editar singles e EPs até lançar o álbum ‘Projections’ (2015 Ninja Tune), uma fusão de electronic/folk e world/country.
Romare regressa agora com o novo álbum ‘Love Songs: Part Two’ onde expande e aprofunsa as suas técnicas, recorrendo a sintetizadores monofónicos, bandolim, baixo eléctrico, guitarras e teclados. Afasta-se do jazz/blues para se aproximar do disco/psychedelic. O resultado final revela intensidade e estética, grooves sensuais e colagens. Um álbum desarticulado e cativante.
“Precisely the sort of confounding of expectations we love to hear, and bodes well for a long, interesting career.” 
Mixmag
“Here the Londoner’s mission is less about recycling than creating his own psych-ish oddities.” 
The Guardian
‘WHO LOVES YOU?’
Romare



‘JE T'AIME’
Romare

12.11.16

Cinema - Prémios
LISBON & ESTORIL FILM FESTIVAL '16  
Prémios da Selecção Oficial   
’Ostatnia Rodzina’, de Jan P. Matuszynski, vence Prémio Melhor Filme


A longa-metragem ’Ostatnia Rodzina’, do realizador polaco Jan P. Matuszynski, acaba de ser distinguido com o Prémio Melhor Filme atribuído pelo Lisbon & Estoril Film Festival. O drama biográfico conta a história de Zdzislaw Beksinski, um pintor surrealista polaco, nascido em 1929, conhecido pelas suas obras distópicas e perturbadoras e pelas suas fantasias sexuais bizarras. O júri internacional do LEFFEST ‘16 distinguiu ’Ostatnia Rodzina’ entre 13 longas-metragens de nove países em competição.
A edição de 2016 do LEFFEST contou mais de duas dezenas de realizadores internacionais e quatro dezenas de convidados entre actores, escritores, fotógrafos e músicos. Sessões paralelas como homenagens, retrospectivas, simpósio, debates, masterclasses, exposições e concertos completam o programa.
Sessão especial para exibição do filme premiado no domingo, 13 de Novembro às 21h45 no Medeia Monumental.   

PALMARÉS LEFFEST '16  
Prémio Melhor Filme   
’Ostatnia Rodzina’ (2016 Polónia 123’), de Jan P. Matuszynski, com Andrzej Seweryn e Dawid Ogrodnik. 
Prémio Especial do Júri    
‘Sufat Schol’ (2016 Israel 90’), de Elite Zexer, com Lamis Ammar e Ruba Blal.
‘OSTATNIA RODZINA - THE LAST FAMILY’
Jan P. Matuszynski 
LEFFEST - Prémio Melhor Filme 2016 

10.11.16

Filme - Estreia a 17 de Novembro no Medeia Monumental
‘AMERICAN HONEY’ 
de Andrea Arnold 
com Sasha Lane e Shia LaBeouf
(2016 Parts and Labor)   


Star, uma adolescente que procura viver aventuras, decide juntar-se a um vendedor ambulante e cruzar o território do oeste dos Estados Unidos vendendo assinaturas de revistas. No meio da viagem, ela entra numa loucura de festas, crimes e amores com um grupo de inadaptados.
Um drama da realizadora inglesa Andrea Arnold, de 55 anos, autora de ‘Red Road - Sinal de Alerta’ (2006) e ‘Fish Tank - Aquário’ (2009).
Festival de Cannes - Prix du Jury 2016 
“'American Honey', long and messy as it is, is by turns observant and exuberant, and sweet in a way that is both unexpected and organic.” 
The New York Times
“It is indulgent, and features a scenery-chewing, furniture-smashing performance from Shia LaBoeuf. Yet there is much that is valuable in the film: a sense of mood and space, interesting ideas and a tense triangular dynamic between its chief characters.” 
The Guardian
‘AMERICAN HONEY’
Andrea Arnold

8.11.16

Bar/Disco
RIVE-ROUGE 
Vermelho, o rio, a margem e tudo
Terça a domingo das 17h00 às 04h00 no Time Out Market Lisboa


Terceira abertura de bar/disco de Manuel Reis, depois do Frágil, em 1982 no Bairro Alto, e do Lux, em 1998 em Santa Apolónia, o Rive-Rouge abre no Time Out Market Lisboa, no Cais do Sodré. O novo bar/disco fica no Piso 1 do Mercado da Ribeira, ao lado do restaurante Pap’Açorda. Lá em cima há mesas, cadeiras altas e estruturas metálicas tudo preenchido com uma forte luz vermelha, a cor dominante do espaço.
O Rive-Rouge serve cervejas, cocktails, gins, vodkas e os cocktails especiais da casa: o Rive e o Rouge. Todas as noites existem sempre dois turnos de DJ, o da tarde, que começa às 17 horas, e o da noite, que se prolonga das 22 horas até às quatro da manhã.
Entrada pela Praça Dom Luis.
VERMELHO, O RIO, A MARGEM E TUDO
Rive-Rouge














NOVEMBRO
Rive-Rouge